Quarta-feira, 26 de julho de 2017
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Clipping

Quantas pessoas se beneficiam da sua decisão de se exercitar? 

Praticar atividades físicas é algo que costuma ser pensado de forma individual, algo que fazemos por nós mesmos. Por gerações, fazer algo por si mesmo não era muito bem visto socialmente, era egoísmo, pois a ordem era prover e cuidar, tarefas respectivamente, masculina e feminina. Prover aos outros, cuidar dos outros. Não havia muito espaço para cuidar de si, pensar em si. Dispor de tempo para praticar exercícios era, portanto, futilidade e tempo perdidos.

Até hoje, estes valores parecem atrapalhar a decisão de se tornar ativo fisicamente, com regularidade. Mas afinal, quem disse que o exercício é algo de benefício exclusivamente pessoal?

O exercício regular, a médio e longo prazos, aumenta sua resistência para as atividades básicas e instrumentais da vida diária, aumenta sua força física, a flexibilidade, a oxigenação do cérebro, melhorando a capacidade de raciocínio e diversas funções executivas da nossa cognição. A prática regular de atividade física também reduz dores decorrentes do sedentarismo e sintomas de estresse e ansiedade, melhora o sono, a imunidade, além de aumentar a liberação de hormônios e neurotransmissores que promovem a sensação de bem-estar.

Com todos esses benefícios juntos, sem dúvida, a produtividade melhora, o tempo será otimizado, mais disposição permite mais realização, menos queixas, mais ação, mais aptidão para desempenhar tarefas familiares e profissionais, menos ronco, menos reclamação, menos mau humor, menos doenças, mais vida.

Filhos terão melhores pais, cônjuges terão melhores parceiros, famílias terão melhores idosos, empresas terão melhores colaboradores, o mundo terá você. (...)

Fonte:  Gazeta Esportiva

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