Sexta-feira, 23 de junho de 2017
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Nº 38 - Janeiro de 2010
Boletim Eletrônico - Nº 38
Malhação clandestina
A corrida para ingressar em uma academia de ginástica, “modalidade” preferida entre as pessoas que escolhem o verão como temporada para encontrar a boa forma perdida, pode esbarrar no perigo da clandestinidade dos locais. Durante as fiscalizações realizadas em 2009 pelo Conselho Regional de Educação Física de São Paulo (CREF 4/SP) – órgão responsável pelo monitoramento das academias – foi encontrado o índice de 16,1% de estabelecimentos sem registro, um risco para saúde dos clientes.
A média de irregularidade atestada em uma em cada seis academias aproxima a possibilidade dos treinos serem conduzidos por pessoas sem habilitação para a função. Os clientes ficam expostos às lesões musculares e até falhas graves de conduta, como assédio sexual por parte de treinadores. Além disso, enumera o presidente do CREF 4/SP, Flávio Delmanto, sem o certificado da academia não há garantia de que os equipamentos de musculação tenham passado por manutenção adequada ou de que existam cuidados sanitários adequados no recinto.
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Fonte: Portal IG
Atividade física para todos
Segundo o último censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o número portadores de algum tipo de deficiência no Brasil beira os três milhões de pessoas. Apesar do expressivo contingente, apenas uma pequena parcela pode contar com o apoio de entidades e programas que incentivam a frequência a academias de ginástica com infraestrutura adaptada para atendê-la.
O gargalo é ainda mais estreito quando se levanta o número de empreendimentos que realizam esforços e investimentos nesse sentido. Parte dessa carência vem do fato de que algumas dessas academias ainda não despertaram para a importância de ações de responsabilidade social. Outras até mesmo evitam adotar tal iniciativa, acreditando que os investimentos para atender a esse público específico são imensamente maiores do que os ganhos para a construção de mercado.
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Fonte: Revista Fitness Business - Edição Nº44 - Dez/2009
Esportistas são os que mais usam os parques
Pesquisa feita pelo Profissional de Educação Física Rodrigo Reis (CREF 001876-G/PR), da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUC-PR), mostra que os homens, normalmente de 18 a 30 anos, de classe econômica mais favorecida, são os que costumam frequentar os parques da capital. E o principal motivo é a busca por atividades físicas, principalmente a caminhada. A amostra foi feita entre março e maio de 2009. Foram ouvidos 1.461 moradores: 530 homens e 931 mulheres. “A pesquisa não foi feita no parque, mas nos domicílios dessas pessoas. A ideia era justamente ver se quem mora nas proximidades dos parques usa esse espaço público”, explica o pesquisador.
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Fonte: Gazeta do Povo
Agradecimento
Agradecemos ao Prof. Dr. Ângelo Luis Vargas (CREF 000007-G/RJ) pela doação do livro “Bioética: Impactos da Pós Modernidade” – com lançamento previsto durante o IV Seminário de Legislação Desportiva, que acontece em Foz do Iguaçu-PR, de 17 a 19 de janeiro. Profissional de Educação Física, Mestre em Educação e Doutor em Ciências da Motricidade Humana, o autor faz uma reflexão sobre a bioética associada a temas como a manipulação genética, a máquina humana, dentre outros.
A obra conta ainda com a contribuição da Mestra e Doutora em Direito Público Prof. Selma Regina de Souza Aragão; do advogado trabalhista Pietro Luigi Vargas; e da pesquisadora e Profissional de Educação Física Ana Lilia O. Galvão (CREF 026302-G/RJ).
Uma excelente contribuição à sociedade em geral!
Informações: angelo.vargas@uol.com.br