Sexta-feira, 28 de abril de 2017
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Nº 50 - Julho 2010

Florianópolis-SC inclui a Educação Física no NASF

Até pouco tempo atrás, a Educação Física não figurava entre as profissões que compõem a Atenção à Saúde, dentro de Estados e municípios brasileiros. Em Santa Catarina, esse cenário foi alterado em 2002, com a criação de vagas específicas para os profissionais na área, visando a promover maior qualidade de vida e reduzir a vulnerabilidade e riscos à saúde.

Grande entusiasta da Educação Física, o secretário de Saúde de Florianópolis, Dr. João Cândido da Silva, criou a vaga de Profissional de Educação Física no quadro de servidores efetivos no Estado (enquanto Secretário estadual de Saúde) e levou a experiência ao município por atribuir à Educação Física uma grande parcela da diminuição dos casos de internação.

Para o secretário, a Educação Física faz parte da estratégia da saúde. “A Educação Física foi uma das profissões que lutamos para incluir, junto com o CREF3/SC, na saúde do Estado, em 2002. É a profissão que mais trouxe contribuições para a promoção e a recuperação das pessoas que precisaram utilizar o Sistema de Saúde, tanto no Estado quanto no município de Florianópolis”, afirma ele, completando que o ideal seria implantar vagas para a categoria no Estado inteiro para garantir o suporte fundamental para a recuperação de doenças.

Em Florianópolis, os profissionais de Educação Física atuam na Atenção Primaria à Saúde, fazendo a promoção e a prevenção à saúde, em especial a grupos de idosos, onde as mulheres são maioria. “Também atuam na atenção terciária, na recuperação de cirurgias, de doenças crônicas, utilizando conhecimentos técnicos, na química fina, na alta especialização”, completa João Candido.

Fonte: CREF3/SC
VI Jornada SOCERJ de Educação Física em Cardiologia

Na última edição da Revista EF nº 36 (junho), publicamos uma reportagem destacando a importância da intervenção do Profissional de Educação Física na saúde, seja qual for a necessidade.

Na cardiologia, cada vez mais, a atuação deste profissional tem obtido reconhecimento tanto pelos usuários dos serviços (pacientes e ex-pacientes), quanto pelos demais profissionais de saúde. Isso só é possível graças aos excelentes resultados gerados pela intervenção deste nas unidades de saúde – como em hospitais, clínicas, postos de saúde etc.

Coordenadora do setor de Reabilitação Física do Hospital Universitário Pedro Ernesto (HUPE) no Rio de Janeiro, a Prof. Luisa Meirelles (CREF 000961-G/RJ) acredita existir um enorme espaço a ser preenchido pelo profissional nesta área. “É uma porta que se abre e temos que aproveitar. A gente não está invadindo a área de ninguém, e sim somando”, explica.

Como forma de disseminar os conhecimentos dos Profissionais de Educação Física que atuam na reabilitação cardíaca, a Prof. Luisa Meirelles coordena no dia 04 de agosto a Jornada de Educação Física em Cardiologia , que vai acontecer no Rio de Janeiro - RJ. O evento faz parte do 27º Congresso de Cardiologia da SOCERJ (Sociedade de Cardiologia no Estado do Rio de Janeiro). Uma ótima oportunidade para debater as questões que envolvem a intervenção do Profissional de Educação Física junto com os demais atuantes da área.
PE: projeto estuda o impacto de atividades físicas em portadores de HIV

Uma academia de ginástica foi montada no Hospital Correia Picanço, e irá ajudar os médicos a entender o impacto de atividades físicas no organismo dos portadores de HIV. O espaço começou a funcionar no dia 05 de julho e faz parte do Projeto Novos Rumos.

Com a pesquisa, o objetivo é avaliar como o organismo dos pacientes soropositivos vai se comportar diante de atividades físicas. A princípio, 36 pessoas participarão das atividades. Elas serão acompanhadas por uma equipe multidisciplinar, que inclui: médico infectologista, nutricionista, cardiologista, enfermeiro e Profissional de Educação Física.

Fonte: PE 360 Graus
Aparelho desvenda a força dos dedos

A força dos dedos da mão era desconhecida pela ciência. Os equipamentos utilizados para medir o desempenho da empunhadura, chamados de dinamômetros manuais, registravam apenas o valor máximo da força muscular das mãos. Mas o Handrip Dynamometer (dinamômetro de preensão da mão), desenvolvido pelo Profissional de Educação Física José Marques Novo Júnior (CREF 005720-G/MG), da Faculdade de Educação Física e Desportos (Faefid) da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), traz componentes eletrônicos capazes de mensurar e registrar a força dos indicadores, médios, anelares e mínimos.

“Vamos ter condições de incorporar análises estatísticas e matemáticas nos testes de preensão”, diz o pesquisador. O aparelho é composto por um dinamômetro manual com sensores individuais para os dedos, um condicionador e amplificador de sinais e um computador para registro e análise dos sinais. Conjugados, os dispositivos fornecem curvas força-tempo de preensão da mão e força dos dedos. “Ninguém até hoje conseguiu avaliar a performance da mão”, enfatiza José Marques.

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Fonte: Correio Brasiliense