Segunda-feira, 26 de junho de 2017
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Nº 51 - Agosto 2010

CREF2/RS fiscaliza academias no Sul

Fisioterapeuta da clínica foi flagrada pelo Conselho dando aula de Pilates a um aluno, e não paciente

Fiscais do Conselho Regional de Educação Física do Rio Grande do Sul (CREF2/RS) notificaram, no dia 21 de julho, uma clínica de Fisioterapia e Studio Pilates na Zona Sul de Porto Alegre. O motivo foi o exercício ilegal da profissão. Os fiscais flagraram uma fisioterapeuta dando aula de Pilates a um aluno, e não a um paciente encaminhado por um médico.

“Neste caso, cabe ao Profissional de Educação Física ministrar a aula, e não um fisioterapeuta”, afirmou o presidente do CREF2/RS, Prof. Eduardo Merino.

Em média, o Conselho fiscaliza 400 academias e estúdios fitness por mês na capital. A proprietária da clínica preferiu não se manifestar sobre o assunto.


Academia fechada em Canoas

Em outra ação de fiscais do Conselho, juntamente com a Vigilância Sanitária de Canoas, uma academia de ginástica foi fechada no município. De acordo com Jean Giorgiadis, do CREF2/RS, o local não possuía um profissional para instruir as aulas, além de materiais em condições de trabalho. O gestor da Vigilância Sanitária, Júlio Cesar dos Santos, afirmou que a meta é vistoriar até 90% das academias de Canoas.

Fonte: Diário de Canoas / Rádio Guaíba
70% das academias de Campo Grande-MS têm irregularidades

Uma fiscalização realizada pelo Conselho Regional de Educação Física da 11ª Região (CREF11/MS-MT) constatou que apenas 30% das academias de Campo Grande, Mato Grosso do Sul, não possuem irregularidades.

Durante 43 dias, o Conselho visitou 122 estúdios, clubes e academias da capital. O principal objetivo destas atividades é regularizar a atividade dos profissionais de Educação Física e adequar a prestação de serviços das empresas do ramo.

Segundo o CREF11/MS-MT, existem diversas academias clandestinas. Dos 122 estabelecimentos fiscalizados, 16 não possuem registro no Conselho – o que os deixam nesta situação. Outro dado preocupante é a questão do estágio irregular. Os agentes fiscalizadores constataram este tipo de infração em 20 academias.

Quase todos os estabelecimentos de Campo Grande, registrados no CREF11/MS-MT, foram visitados, ficando de fora somente os que estavam fechados no momento da visita dos agentes de orientação e fiscalização. Nestes será feita uma nova inspeção.

Fonte: CREF11/MS-MT
Ciência ignora mulheres

Já há muito tempo as mulheres conquistaram seu espaço na sociedade, mas nos estudos sobre o desempenho de atletas elas ainda são praticamente ignoradas, o que deixa uma enorme lacuna no conhecimento sobre as diferenças de gênero quando o assunto é exercício físico.

“Nós simplesmente não entendemos as mulheres”, admite David Rowlands, do Instituto de Alimentos, Nutrição e Saúde Humana da Universidade de Massey, na Nova Zelândia, em entrevista ao "New York Times".

Há alguns anos, Rowlands coordenou uma pesquisa sobre a recuperação da fadiga muscular em ciclistas masculinos e descobriu que o consumo de proteínas juntamente com carboidratos acelera o processo. Instado recentemente a repetir a experiência com mulheres ciclistas, ele teve uma surpresa: no caso delas, a ingestão conjunta de proteínas com carboidratos não influiu na recuperação.

Outras pesquisas apontam ainda que as mulheres atletas não se beneficiam como os homens de dietas ricas em carboidratos antes de competições, acumulando apenas metade da energia que os homens carregam em seus músculos. Por outro lado, elas também sofrem menos danos musculares que os homens ao praticarem exercícios extenuantes.

Por que as mulheres são diferentes? Uma das explicações pode estar no hormônio estrogênio, que teria maior efeito sobre o metabolismo e os músculos do que se acredita. A ciência, no entanto, ainda tem que correr atrás delas, confessa Rowlands. Enquanto isso, aconselha o pesquisador, as mulheres devem ver com ceticismo qualquer pesquisa sobre esportes, pois na maior parte das vezes elas são feitas apenas com cobaias masculinas.

Fonte: Jornal O Globo
Pesquisa comprova eficiência de exercícios respiratórios no controle da asma

Exercícios respiratórios feitos sem a ajuda de nenhum tipo de aparelho podem melhorar significativamente a qualidade de vida de pessoas portadoras de asma. Foi o que comprovou a Profissional de Educação Física Ludmila Gomieiro (CREF 068519-G/SP), durante pesquisa de mestrado na Universidade de São Paulo (USP).

A asma é uma inflamação crônica do sistema respiratório capaz de provocar extrema falta de ar no paciente. Esse tipo de doença tende a se intensificar no período de inverno, quando a umidade diminui e o frio aumenta. Segundo a Secretaria da Saúde de São Paulo, as internações por doenças respiratórias crescem 60% nessa época.

Existem formas, entretanto, de aliviar quem vive com asma. Ludmila percebeu a eficiência dos exercícios de respiração no controle da doença ao ministrar aulas de Educação Física para um grupo de asmáticos. “Eu cheguei a ver alunos que chegavam em crise e conseguiam reverter a crise fazendo os exercícios respiratórios”, conta.

Apesar dos benefícios da prática, ela notou que havia certo desinteresse pelo assunto, pouco abordado pela literatura especializada e visto com menor importância pelos alunos e professores. “Comecei a procurar estudos que provassem a eficácia dos exercícios respiratórios. Mas, até então, não tinha nada que medisse, por exemplo, a força dos músculos respiratórios”.

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Fonte: Correio Braziliense