Sexta-feira, 18 de agosto de 2017
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Nº 58 - Novembro 2010

Anabolizantes: consumo vira epidemia entre jovens
Por Prof. Claudiomar Feitosa*

Os laboratórios do mundo vêm pesquisando de forma incessante em torno do doping genético. Todavia, apesar dos males que o anabolizante provoca em seus usuários, praticantes de musculação, principalmente em academias de bairros de classe média alta, vêm se tornando um caso de saúde pública e de polícia. O caso é tão estarrecedor que os usuários não se conformam com a lentidão de algumas drogas e passaram a adotar o uso de produtos veterinários, ficando a juventude exposta ao perigo real dos anabolizantes.

O consumo desenfreado dessas drogas tornou-se epidêmico dentro da sociedade, sem distinção de faixa etária ou classe econômica. Entrevistados dizem que o seu uso é uma epidemia estimulada na supervalorização do físico pela indústria e pela comunicação de massa, que normalmente encontram nas crianças e adolescentes – ávidos por novidades e necessitados de auto-afirmação – os seus alvos mais frágeis.

O Conselho Regional de Educação Física de Pernambuco e Alagoas (CREF12/PE-AL) vem, sistematicamente, fiscalizando as academias da Região Metropolitana e interior do estado de Pernambuco, onde se constata em algumas academias que as lixeiras desses locais são repletas de seringas usadas para esse fim.

Clique AQUI e leia o artigo na íntegra.

* Advogado e 1º vice-presidente do CREF12-PE/AL

Fonte: Diário de Pernambuco
Sistema CONFEF/CREFs nas universidades
Acadêmicos das faculdades Aliança e Santo Agostinho, de Teresina-PI, receberam no início deste mês o conselheiro do CONFEF Prof. Ricardo Catunda.

No encontro, alunos e professores puderam refletir sobre os novos rumos da profissão. O Prof. Catunda falou sobre os desafios do mercado de trabalho, questões éticas, campo de atuação e discutiu a importância da boa formação para os futuros profissionais de Educação Física.

“Para ser destaque no mercado de trabalho é necessário saber sobre o conhecimento técnico científico e sobre responsabilidade ética, que é aquela inerente a cada indivíduo”, disse.

Fonte: Faculdade Aliança / Santo Agostinho
A Ginástica Laboral em pauta no Sul
Cada vez mais, as empresas nos dias atuais vêm demonstrando preocupação e interesse pela saúde dos seus colaboradores. Programas envolvendo a Ginástica Laboral, promovida e orientada pelo Profissional de Educação Física, têm sido implementado em boa parte das empresas e organizações.

A Ginástica Laboral nada mais é do que a prática de atividades físicas nos intervalos inseridos na jornada de trabalho, composta de exercícios de compensação aos movimentos corporais repetitivos próprios das ações laborais e às posturas inadequadas assumidas durante o período de trabalho. Além disso, a importância da Ginástica Laboral vai além da prática, servindo também para orientar e sensibilizar o funcionário quanto à necessidade da prática de atividades físicas para uma melhor qualidade de vida.

Para discutir os assuntos inerentes a essa especialidade, a Associação Brasileira de Ginástica Laboral (ABGL) vai promover na cidade de Porto Alegre, no dia 27 de novembro, o I Fórum de Ginástica Laboral do Rio Grande do Sul. O encontro terá como tema central o “Cenário da Ginástica Laboral no Brasil” e reunirá empresários, associados e profissionais que atuam na área.

“Será um momento marcante da história da ABGL”, prometeu a presidente da Associação, Prof. Valquíria de Lima (CREF 000089-G/SP).

Mais informações pelos telefones: (11) 2451-2170 e (51) 9733-0640 (Claudia Lucchese) ou pelo e-mail forum@abgl.org.br. Participe!
Exemplo de superação
No braço a tatuagem de dragão simboliza garra e força de vontade. E isso o Profissional de Educação Física Felippe Velasco (CREF 031086-G/RJ) tem de sobra. Ele nasceu sem o pé esquerdo, conseqüência de uma má formação congênita, e precisa usar uma prótese de resina, madeira e borracha. Os médicos diziam que ele demoraria a andar e teria sérias dificuldades durante toda a vida. Mas, pelas fotos de infância, é possível ver que era uma criança muito sorridente. “Eu comecei a andar até bem antes das expectativas dos médicos”, conta.

Prof. Felippe nunca usou a prótese como desculpa para não sair de casa. Pelo contrário, sempre manteve uma vida ativa. Para ele, não há tristeza, revolta e nem obstáculos que não possam ser superados. “A prótese não me impede de fazer coisas normais, como andar ou mesmo uma corrida leve. Mas, para alto rendimento ou melhora de desempenho, o ideal seria uma prótese de fibra de carbono, com um material mais leve, mais resistente, e que tivesse uma ajuda com relação à impulsão também. Só que essa é muito cara”.

Segundo Prof. Felippe, a tal ‘prótese ideal’ custa em torno de R$ 6 mil, valor bastante elevado para ele, que, aos 26 anos, acumula medalhas em competições de jiu-jitsu, sua grande paixão.

Na academia, Prof. Felippe orienta, ajuda, corrige, mas não dá moleza. “Ele é bastante exigente, mas é muito competente, capacitado e profissional. Eu tenho certeza que estou em boas mãos”, conta a aluna Cristina Oliveira.

Felippe não pára. Até nos dias de folga ele mantém a forma e o foco. Olhos fixos na pista e objetivos audaciosos para 2012 e 2016. “Eu sonho em representar o Brasil em uma Paraolimpíada, ganhar medalhas, ser reconhecido e trazer alegria para o povo brasileiro”, finaliza o profissional. Sem dúvida, um exemplo para muitos brasileiros.

Boa sorte Prof. Felippe nesta caminhada!

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Fonte: R7
Fôlego à prova de idade
Quanto mais cedo se começa a praticar exercícios, melhor. Mas mesmo quem toma essa decisão tardiamente, depois dos 60, só tem a ganhar, não só em força como em capacidade cardiovascular. É o que confirmam dois novos estudos. Um deles foi realizado na Clínica de Medicina do Exercício (Clinimex), no Rio, e avaliou por quase dois anos os efeitos da musculação em 175 pessoas (130 homens) acima de 63 anos. O outro é um trabalho americano com sedentários acima de 65 anos. Os resultados de ambos são evidentes: a atividade física faz bem em qualquer idade e, mesmo quem começa tarde, é beneficiado.

No estudo da Clinimex – apresentado na 7ª Conferência Mundial em Treinamento de Força, na Eslováquia – o objetivo foi saber se a musculação com ênfase em velocidade rápida no movimento atenuaria ou reverteria a perda natural de força com o envelhecimento. Segundo o Profissional de Educação Física Roberto Macedo Cascon (CREF 014524-G/RJ), coautor do trabalho, os participantes tiveram um ganho de força de até 7% ao ano.

“Considerando que a média anual de perda de força com o envelhecimento é de 2%, a musculação a longo prazo atenua ou até reverte o processo. Esse ganho não é cumulativo”, explica Macedo, sendo maior nos primeiros meses do programa.

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Fonte: O Globo