Quinta-feira, 17 de agosto de 2017
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Nº 68 - Maio 2011

Ações dos CREFs nos campeonatos estaduais de Futebol
Desde o inicio dos campeonatos estaduais de futebol, os Conselhos Regionais de Educação Física (CREFs) vêm promovendo várias ações que visam, prioritariamente, a qualificação cada vez maior do futebol nacional. Fiscalizações em campo e reuniões com as federações organizadoras dos campeonatos são algumas dessas ações.

No final de março, o presidente do Conselho Regional de Educação Física da 2ª região (CREF2/RS), Eduardo Merino, esteve reunido com o presidente da Federação Gaúcha de Futebol (FGF), Francisco Novelletto, para tratar sobre a Lei 9696/98 que regulamenta a Profissão de Educação Física. Merino esclareceu dúvidas sobre a Lei, falou sobre a necessidade e do direito da sociedade ser orientada por Profissional de Educação Física devidamente registrado no CREF e sua importância para a qualificação do futebol no Brasil. O presidente da FGF declarou que ficará atento à solicitação de Merino para a inclusão no regulamento da obrigatoriedade do registro junto ao CREF para atuar no futebol.

Outro exemplo dessas ações é o Conselho Regional de Educação Física da 10ª região (CREF10/PB-RN), que intensificou as fiscalizações durante o Campeonato Paraibano. O vice-presidente do CREF10, Eduardo Guimarães, reforçou que a fiscalização não visa à ação punitiva, mas à informação. “O que a gente quer é que aconteçam as coisas legalmente, como acontece no Brasil inteiro, e na Paraíba não seria diferente. A primeira ideia é que a pessoa se oriente sobre seu exercício legal e aí cumpra os seus direitos e seus deveres”, frisou.

Neste ano, um técnico do Campeonato Paraibano já foi alertado pelo Conselho Regional. Maurício Cabedelo, técnico do Nacional de Patos, vinha comandando a equipe no banco de reservas sem ter o registro profissional. O artigo 38, capítulo nove do regulamento do Campeonato Paraibano diz que “se solicitado pelo Representante da FPF [Federação Paraibana de Futebol] e/ou CREF/PB, os técnicos de futebol deverão apresentar carteira emitida pela Entidade Profissional, sob pena de não terem acesso ao banco de reservas e à área lateral do campo de jogo”.

Fonte: TV Correio e CREF2/RS
Atividade física pode reduzir chances de desenvolver Alzheimer

Um estudo da Universidade de Washington aponta que pessoas que praticam atividade física têm menos chances de desenvolver o Alzheimer. Em seis anos de pesquisa, dos 158 participantes do estudo, 107 desenvolveram a doença. As pessoas que se exercitavam 3 a 4 vezes por semana apresentavam um risco 40% menor de desenvolver o Alzheimer.

A explicação específica do efeito positivo que o exercício físico exerce para evitar a doença ainda não foi detectada.

Clique aqui e leia a matéria na íntegra.

Fonte: R7
150 minutos de atividades físicas por semana
Fazer 150 minutos semanais de exercícios físicos moderados pode reduzir o risco de câncer de mama e cólon, de acordo com as novas recomendações globais em atividades físicas divulgadas pela Organização Mundial da Saúde (OMS) em fevereiro deste ano.

“A atividade física tem um papel importante na redução de incidência de certos tipos de câncer", aponta o dr. Ala Alwan, diretor-geral assistente da OMS para Doenças Não-Transmissíveis e Saúde Mental. "O sedentarismo é o quarto principal fator de risco para todas as mortes no mundo, sendo que 31% da população mundial é sedentária". Em 2008, quase 460 mil mulheres morreram de câncer de mama, enquanto cerca de 610 mil homens e mulheres morreram de câncer colorretal.

As novas recomendações aconselham, para pessoas acima de 18 anos, um mínimo de 150 minutos semanais de exercício aeróbico de intensidade moderada. Isso pode reduzir o risco de doenças não-transmissíveis, incluindo câncer de mama e de cólon, diabetes e doenças cardiovasculares. Para pessoas entre 5 e 17 anos, pelo menos 60 minutos de atividade física moderada a vigorosa podem proteger a saúde e, assim, reduzir o risco dessas doenças.

De acordo com a OMS, o sedentarismo está associado a 3,2 milhões de mortes por ano e a mais de 670 mil mortes prematuras (pessoas com menos de 60 anos).

Fonte: OMS
Exercícios devem começar uma semana depois do infarto
Pessoas que sofrem infarto devem começar a se exercitar mais cedo do que o recomendado hoje. Segundo uma pesquisa da Universidade de Alberta, no Canadá, junto com as universidades Duke e Stanford (EUA), os exercícios, como caminhadas, devem começar uma semana após o ataque cardíaco. O intervalo indicado hoje é de quatro semanas.

O trabalho, publicado no periódico "Trials", revisou 31 estudos, com 1.634 pacientes. De acordo com a pesquisa, é importante afastar a ideia de que o coração precisa de descanso após um infarto. Os exercícios aumentam a capacidade de bombeamento do sangue e reduzem a pressão arterial.

Segundo especialistas, uma semana após o infarto, o paciente pode caminhar pelo quarto e no corredor do hospital, e fazer exercícios com braços e pernas, para evitar trombose. "Infarto não é empecilho para atividade física", diz Luiz Antonio César, presidente da Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo. Mas, afirma, a reabilitação deve ser feita sob supervisão e de forma moderada. É preciso avaliar também a gravidade do caso.

Clique aqui para ler a matéria na íntegra.

Fonte: Folha de S. Paulo